Os 10 feedbacks mais bizarros do mercado!

26 Jul 2017 Autor: Luiz Cascaldi • Categoria: Preparação


 

Quando a palavra feedback aparece, ela, muitas vezes, vem acompanhada pela trilha sonora do Darth Vader e o clima de terror se espalha pelo ar.

O que deveria ser uma ferramenta para melhorias e desenvolvimento profissional acabou virando um dos momentos mais temidos no mundo corporativo!

Pensando nisso, conversamos com pessoas nas nossas redes sociais e descobrimos alguns feedbacks bizarros e outros realmente de dar medo e que nunca, repito, nunca deveriam se repetir!

 

Se liga nessa lista:

 

  • “Você é um homem ou um rato” – O feedback “motivacional” (Natalia)

Contexto: Depois de algo que deu errado o chefe virou para sua funcionária e soltou:

Feedback: “Trabalho não é lugar de chorar, não é lugar para você se mostrar sensível. É o lugar que é preciso se provar a cada segundo. E aí, você quer ser a chorona ou a profissional?!”

 

  • “Seje menas” (sic) – O feedback pé no peito (Igor)

Contexto: Depois de um contato comercial, nosso amigo optou por ser um pouco mais informal e chamar o cliente pela abreviação do seu nome (Rô, de Rodrigo)

Feedback: “Chamar a um cliente que você não sabe quem é de “RÔ ” é algo inadmissível e grandemente desrespeitoso, uma intimidade que nem minhas filhas tem comigo, cabendo reclamação e pedido de retratação a sua empresa, o que não farei contanto que não entre mais em contato através desse e-mail.”

 

  • “Dossiê” – O feedback rancoroso (Luara)

Contexto: Reunião geral de equipe. Alguns erros de digitação esporádicos em anos de atendimento há um cliente em social media.

Feedback: Aos berros e na frente de toda a equipe: “Incompetente, mediana, eu nunca deveria ter confiado em você para um cliente tão importante, você é completamente inexperiente e isso é inadmissível”.

 

  • “Você só faz xerox ou também serve café?! – O feedback prepotente (Fernando)

Contexto: Ex-estagiário foi contratado depois de algumas experiências profissionais em outros lugares.

Feedback: “O que você foi orientado a fazer na última experiência de trabalho? Parece que não evoluiu em nada depois que saiu daqui. Você foi colocado para tirar xerox?!”

 

  • “Zé tretinha” – O feedback provocativo (Bruna)

Contexto: Dinâmica de grupo. Começa uma briga entre os candidatos em que ela não participou.

Feedback: “Você foi a melhor, a que falava melhor, a que parece ter mais preparo, mas como você não participou daquela discussão na dinâmica em grupo, não vamos continuar com o seu processo seletivo.”

 

  • “Velho demais pra isso” – O feedback desnê  (Joaquim )

Contexto: Entrevista para um programa de trainee com o diretor. O candidato tinha 25 anos.

Feedback: “Acho que você está muito velho para este cargo. Os jovens que vem para essa entrevista estão bem mais preparados. Temos gerentes com a sua idade aqui dentro da empresa.”

 

  • “A espera de um milagre” – O feedback esperançoso (Kleber)

Contexto: 3 anos na empresa sendo seu 1º feedback. Foram apontados muitos defeitos. Nossa fonte perguntou o porque havia demorado tanto para avisá-lo sobre esses pontos.

Feedback: “Eu tinha esperanças em você. Eu acreditava que você era capaz de mudar.”

 

  • “Você não faz mais do que a sua obrigação” – O feedback exigente  (Ferraz)

Contexto: Estagiária trabalhando 10 horas por dia para entregar o projeto. Ela pediu para sair no horário para atendimento do TCC na faculdade e foi negado.

Feedback: “O aprendizado corporativo é muito mais valioso que o da faculdade. É um absurdo você pedir para sair mais cedo para ir na faculdade, sabendo o caos que estão os projetos.”

 

 

  • “Mas como paga “os boletos”?” – O feedback sem noção

Cenário: Entrevista de estágio, candidato de 18 anos sem experiência profissional.

Feedback: “Mas se você não trabalha e nunca trabalhou como você se sustenta?!”

 

Esse não foi bem um feedback mas fica aí a reflexão né?

 

  • “Cara, cadê meu feedback?” – O feedback inexistente

 

Vamos encerrar nossa lista com o famoso “Cadê meu feedback?”. Isso porque muita gente não recebe um feedback do seu gestor. O feedback deveria fazer parte da cultura da empresa em querer desenvolver seus próprios talentos, mas isso acaba ficando como objetivo secundário, como se não fosse uma coisa importante.

 

Fica aqui um Wake Up Call e se você se identificou com esse perfil, peça um feedback para o seu gestor. Isso pode ajudar você e a sua empresa 😉

 

O grande objetivo destes relatos é mostrar que existem pontos que são válidos para ajudar no desenvolvimento do profissional, mas nunca podemos perder de vista a forma como falamos, pois, os efeitos são imensuráveis na vida da pessoa. Você pode dar feedbacks construtivos, porém ao falar determinadas coisas, o impacto pode parecer que é necessário mudar a essência do funcionário e isso é o mais perigoso de um feedback dado de maneira torta.

 

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