Democratização dos processos seletivos: a revolução mais do que necessária!

02 Aug 2017 Autor: Aimée Ramos • Categoria: Prepare-se


Democratização dos processos seletivos: a revolução mais do que necessária!

“Eu não tenho intercâmbio! Será que passo no processo?”

 

Já ouvimos esse tipo de frase inúmeras vezes e temos a impressão de que a conversa entre empresas e candidatos dificilmente será uma via de mão dupla, certo? Ou seja, parece que não há clareza no que se busca e no que se oferece!

É aí que o problema começa: sentir que há uma discordância entre os dois lados quando, na verdade, ambas as partes querem uma mesma coisa: casar talentos dentro das organizações mais adequadas para que essas pessoas performem no seu melhor estado!

O que isso significa? De que nada adianta um currículo recheado de experiências, universidades renomadas, intercâmbios de vários anos, se a pessoa não consegue mostrar o que essas experiências agregaram em termos de habilidades, no caso, as famosas “soft skills”.

Soft skills: habilidades mais voltadas a competências comportamentais e sociais, sendo mais difícil de serem ensinadas.

Hard skills: habilidades mais técnicas, que podem ser aprendidas na faculdade, em cursos menores ou no dia a dia do trabalho.

Recentemente, o CEO do LinkedIn, Jeff Weiner resumiu como a empresa, referência no assunto sobre oportunidades de emprego, enxerga o momento em que vivemos para atrair o talento “certo”* para a empresa: “Competências, não diplomas”!

Vocês devem ter visto que a palavra “certo” estava com aspas e asteriscos. Então, porque muitas organizações acreditam que ao seguirem um padrão em suas contratações, elas sempre acertarão. Aí é que mora o perigo e como a Matchbox se posiciona em relação ao assunto. Não é porquê deu certo uma vez que devemos pensar que aquele perfil sempre será o melhor!

Concordamos com Weiner! Aqui dizemos que “talentos são mais importantes do que currículos”. Sabem o motivo? No currículo, temos informações pontuais sobre vocês e isso não é o que o empregador precisa saber na essência. Sabe o que ele precisa? Entender o quão flexível você pode ser em determinadas situações e isso acaba contando muito mais do que o nome da sua universidade.

É preciso entender quais habilidades você possui e como isso pode auxiliar no negócio! É claro que a vivência de determinadas experiências podem impactar no desenvolvimento da habilidade, porém não significa que em um grupo de três pessoas, sendo que todas fizeram intercâmbio para um mesmo lugar, por exemplo, desenvolveram os mesmos pontos.

É essa revolução que a Matchbox já está trazendo para os jovens e empresas! Não nos conformamos com rótulos de que um diploma tem mais peso do que o outro, por isso, convocamos todos os lados envolvidos, as organizações e você: não aceite padrões que estão no mercado há mais tempo do que provavelmente sua data de nascimento! O primeiro passo está com todos os envolvidos ao entenderem que há muito mais na história de cada para contar do que listar inúmeras experiências.

Ah, mais importante do que não aceitar padrões, sugerimos que você:

Questione!
Proponha soluções!
Esteja aberto para mudanças!

Apontar o problema é fácil. Propor-se a resolver é mais difícil, mas é o mais importante! E nós, da Matchbox, precisamos da sua força para concretizar a revolução que evidencie que currículos não mostram quem você é!

Uma só faísca é capaz de começar uma revolução!

 

Aimée Ramos | Head of Employer Branding